terça-feira, 1 de junho de 2010

La serenata

quando il sogno si
Ho trattenuto il respiro

folle con il fumo

il vento soffia senza pietà
se un giorno a ricordare

mancare a questo strano gioco


So che mi ha usato la destinazione
Se mi lamento nessuno mi sente
Non cercate me
non lasciare tracce dove passo
tutti fanno un seme
conosciuta come memoria
la mia è scomparsa con la pioggia

se la mia mente era il fuoco
se il mio corpo era il sole
se le mie idee erano un dialogo aperto
Sarei felice e soddisfatta
ma qui è sempre così

una tempesta senza fine


è sempre bene avere una ragione
abbiamo usato per essere così

sapere che il fuoco brucia

ma ancora discutere

bene e del male è davvero vitale

il potere di dominare la tentazione

ma noi non controlliamo né

molto meno le nostre emozioni

è tutto giusto e ideale
se mi chiedete

Vi dirò sì

il sogno più basso

la nostra vita di borghese
sentieri che attraversano la valle
serenata nostro illumina la notte



A serenata

quando o sonho chegou
eu prendi a respiração
enlouqueci com a fumaça
o vento sopra sem piedade
se um dia chegar a recordar
sentirei falta desse jogo estranho

sei que o destino me usou
se eu reclamar ninguém me ouvirá
não procure por mim
não deixo rastros aonde passo
todos deixam uma semente
conhecida como lembrança
a minha desapareceu com a chuva

se minha mente fosse o fogo
se meu corpo fosse o sol
se minhas idéias fossem um céu aberto
eu seria feliz e realizado
mas aqui dentro é sempre assim
uma tempestade sem fim

é sempre bom ter a razão
estamos acostumados a ser assim
sabemos que o fogo queima
mas ainda sim argumentamos
o bem e o mal é realmente vital
o poder de dominar é tentador
mas não dominamos nem a nós
muito menos nossas emoções

é tudo certo e ideal
se você me perguntar
eu lhe direi que sim
a chuva somente cai sobre mim

o sonho tão baixo
a nossa vida tão plebeu
caminhos pelo vale
nossa serenata ilumina a noite
nossa serenata cria a lua
e ela desaparece finalmente
com o belo nascer do sol

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